Monday, December 1, 2008

Parece que ser do contra é que está a dar..

É incrível, mais de um ano depois de ter escrito o último post por estas bandas, que as pessoas continuem a ver este espaço e pasme-se… a comentar!
Ora, os tempos mudaram, as pessoas crescem e deixam de ser “tão do contra”… Aliás, poderia dizer-se que ando bem controladinha e não ando a ser do contra por tudo e mais alguma coisa… Contudo, tenho saudade desta minha veia sarcástica e talvez venha a ter uma nova casa, só para ser do contra. Se se concretizar, colocarei aqui a nova morada.
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Monday, October 1, 2007

Contra ser do contra?

Não, nada disso… Apenas tenho tido umas semanas/meses atribulados, o que me impede de escrever por aqui tantas vezes quanto me apetece…

Vou tentar postar com mais regularidade… Porque estou de facto contra a falta de actividade deste meu blog!

 

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Tuesday, September 4, 2007

Contra… sei lá o quê que me faz comer chocolate como se não houvesse amanhã!

Today is not a sunny day. O que quer dizer que estou perante um daqueles dias em que não estou propriamente de bom humor. Em que não percebo o porquê de me sentir assim: inquieta, aborrecida, ansiosa, em suma, nada boa de atirar. Não é fácil. Prometi que não ia chorar. E chorei. Duas lágrimazinhas pequenas e insignificantes que me deixam ainda pior. Porque sou contra a falta de controlo. Prometi que ia fazer mil e uma coisas e não fiz. E o chocolate… olha… podia ter sido pior! Q-U-E-S-E-L-I-X-E-Q-U-E-Ã-O-E-S-T-O-U-P-A-R-A-I-S-T-O. Se alguem souber onde posso encontrar uma dose de bom humor, com sabor a força de vontade e que faça milagres pelo meu estado de humor, é favor manifestar-se! Entretanto vou ali reflectir e já venho. Porque também sou contra a ausência de respostas…
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Friday, August 10, 2007

Contra… os fenómenos inexplicáveis do trabalho

Em primeiro lugar, gostaria de explicar o título deste post. Embora termine a minha licenciatura em setembro, como rapariga desenrascada e pouco dependente do papi e da mami que sou (um dia falarei sobre os filhinhos de papás), arranjei pelo 6º ano consecutivo emprego para estes meses estivais, vulgo férias. Todos estes anos tenho trabalhado no mesmo local, que em setembro é uma loucura, devido ao movimento dos livros escolares… hora para entrar, sem hora para sair… Ao longo destes anos, tenho-me apercebido de uma série de fenomenos inexplicáveis… e que por acaso me deixam a ferver… Assumo que por vezes fervo em pouca água… mas é o meu mau feitio encantador, o que hei-de fazer?

É melhor dividir isto por partes…

O fenómeno das passadeiras

Limpar a loja é uma das tarefas diárias, que vai sendo realizada rotativamente pelos funcionários… Como dondoca que sou, como é obvio, não é a minha tarefa predilecta… Pronto, deixem-me ressalvar aqui que sei fazer de tudo, limpar, passar a ferro, cozinhar (até o faço bastante bem ou não fosse eu uma vendedora de pastéis…  - mais uma private joke, desculpem), já me podia casar, como diz a minha avó, mas a verdade é que não gosto muito de fazer essas tarefas. Enfim, varrer, passar o chão a pano, ah e tal… Sempre que vou fazer isso acontecem várias coisas:

1. A loja enche e não consigo limpar tudo seguido - parece sina 

2. Entra alguém com os sapatos todos sujos e tenho que limpar tudo outra vez

3. Um puto faz uma birra para a mãe lhe dar um gelado e depois ainda o deixa cair  no chão acabadinho de limpar

Enfim. Nós usamos umas passadeiras para os clientes passarem enquanto o chão não seca. Agora expliquem-me porque raio os clientes quando vêm as passadeiras… passam sempre ao lado? É suposto passarem por cima da passadeira! Devem ter um pensamento do género “Oh, que passadeiras tão adoráveis… Nem tenho coragem de as pisar senão sujo-as concerteza!”... Sofresse eu de síndrome persecutónio e diria que fazem isto só para chatear a adorável funcionária e faze-la limpar tudo outra vez, uma vez que é uma pseudo-perfeccionista!

Fenómenos do Euromilhões (aka “menina enganou-se!”)

Ora aqui está uma daquelas tarefas em que somos sempre culpados seja do que for. Ou não há boletins com um numero do joker que o cliente quer e depois de procurar num monte de boletins e não haver um bendito que terminasse em 195 ainda ouvir… “Cá para mim isso é má vontade!” (eu compreendo a frustração do senhor, mas o boletim não passa MESMO! A culpa é das terriveis máquinas…); ou é do tipo “menina enganou-se! Tanto dinheiro???? Enganou-se concerteza!” e eu “não, não me enganei… cá para mim enganou-se a preencher o boletim… exacto, como lhe dizia… euromilhões são 5 cruzes, não seis….” E que tal um “desculpe funcionária encantadora…! enganei-me sim senhor…” (um parentesis… estou a ficar mal-habituada com as belas palavras de Vossa Majestade… Já viram a quantidade de vezes que me classifiquei de encantadora e adoravel neste post????? :p)

Mas o melhor diálogo foi mesmo este…

Velhinha às 16h30…

“Menina, faça-me 3 euros de euromilhões”

Eu com o meu sorriso encantador… “Só pode jogar ou 2 euros ou então 4…”

“Ah, então jogue 5…”

Eu com o meu sorriso encantador e o ar de “está a gozar, certo?  Brincalhona!” digo… “Como lhe disse, cada aposta custa dois euros, logo só pode jogar 2 euros ou 4 euros”…

Enfim… podia passar o dia a escrever fenómenos do mundo laboral… mas hoje é fim de semana! Logo, pensar em tudo, menos em fenómenos… Pelo menos ainda dá para rir…. 

 

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Monday, August 6, 2007

Contra… “alma de porteira”

Hoje… vou falar de cusquices… E vai doer, ai vai, vai… Porque hoje é um dos dias em que não me sinto particularmente bem-disposta… Estou cansada, o dia de trabalho foi complicado… Um daqueles dias em que apenas precisamos de alguém com uma grande dose de paciência para nos ouvir e nos mimar um bocadinho… Mas adiante, hoje vou falar de cusquices e estou particularmente caústica… 

Em primeiro lugar, manifesto o meu desagrado com esta singela expressão: “alma de porteira”, porque é extremamente discriminatoria e misógina! Será que só as fazem cusquices? Ou será que são só as porteiras? 

Em segundo lugar, os homens são muito mais cuscos que as mulheres. Se calhar são é mais discretos.

Em terceiro lugar, toda a gente gosta de saber uma boa cusquice! E não adianta negar… Quanto mais dizemos “Eu??? Eu não me meto na vidinha de ninguém”, mais tendencia temos a dizer 3 minutos depois… “Mas tu sabias que a Ana do 5º andar trocou o marido pela Maria do 3º direito?”

Deixemo-nos de coisas… A cusquice é um mal necessário à sociedade (sim, senão como iriamos saber o nome dos nossos vizinhos?). Mas não deixa de ser um mal… Por isso, centremo-nos em questões relevantes. Pertinentes. E que tenham a ver com a nossa própria vida e não com a dos outros….!

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Wednesday, July 25, 2007

Contra… aqueles papéis…

Tenho um monte de papéis acumulados na minha secretária… juro, juro que não sei como la foram parar. Parece que vieram da reprografia da faculdade. Parece que se estão a juntar lá desde há uns meses. Mas como é que isto aconteceu? Estou profundamente desagradada com a sua presença… Alguém tem uma varinha mágica para eu osf azer desaparecer? É que não tenho vontade nenhuma de os arrumar! Looool… Não estou bem contra os papéis, mas sim contra a minha falta de organização. Assumidamente.
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Friday, July 20, 2007

Contra… as “queixas femininas”

Aviso: Este post pode tornar-se especialmente agressivo e/ou assustador, uma vez que a autora deste blog se encontra sob um estado de stress agudo, já que hoje realizou um exame e teve uma reunião de seminário 3 minutos depois de ter saído do exame. Já trouxe a taça dos chocapic aqui para o pé de mim a ver se o humor melhora… Não prometo nada. De qualquer maneira… se for uma pessoa sensível… clique no X no canto superior direito do ecran e volte no próximo post. Obrigada.

 

Hoje vou escrever sobre queixas femininas. Já aqui escrevi sobre coisas que me irritam profundamente nos homens. Hoje chegou a  vez das mulheres. Desde já ressalvo que, uma vez que não sou perfeita, me revejo em algumas situações…. Porquê escrever sobre as manias, ai desculpem, queixas femininas? Porque acima de tudo sou a favor da igualdade de oportunidades entre géneros, logo, hoje resolvi dar oportunidade à classe feminina de ser criticada por mim, e de me criticar a mim própria, obviamente, uma vez que faço muito gosto em ser mulher, obrigado.  Portanto, passemos a apresentar a estrutura deste post, que a introdução já vai longa… Ora, primeiro apresentar-se-há a queixa e posteriormente a razão pela qual sou contra esse tipo de atitude… (Ui, eu bem me parecia que devia ter ido para Direito… ou não!)

Queixa nº 1 - “O quê? A Joana ligou a contar-te que ia sair com o António e não me ligou a mim? Bem me parecia que ela estava chateada comigo porque eu comprei a última sombra dourada da loja, que aliás é um must este verão! E a nova máscara para pestanas, já viste?”

Respira fundo. Ora, será que a Joana entre o rodopio de ligar para todas as amigas a contar a novidade, não terá por acaso saltado um número do telemóvel? Ou ficado sem saldo? Ou sem bateria? Ou não teria outra coisa mais interessante e produtiva para fazer? Não nos ligarem a dar as novidades não quer dizer, de todo, que as amigas estarão chateadas connosco… Hello? Anybody home? Acham que amiga, amiga mesma se zangava por causa de uma sombra de olhos?????????????????????? E que facilidade é esta de mudar de tema? A dor excrucitante de um coração ferido pela indiferença da amiga, salta logo para a nova máscara de pestanas?????????????? 

Queixa nº 2 - “Como é que ela teve coragem de trazer um vestido igual ao meu logo hoje?”

Ora, assim de repente, compramos o vestido numa daquelas lojas conhecidissimas a onde toda a gente vai, mesmo que nem sequer goste do estilo de roupa que lá se vende…. Por acaso era o único modelo giro da loja… A probabilidade de alguém ter um vestido igual ao nosso é de aproximadamente 90%. E depois, qual é o mal? Não escolhemos as nossas amigas com base nas semelhanças que têm connosco, nas afinidades?  Então, qual é o mal? Ou ainda acham que é por causa da roupa que se repara em aguém?

Queixa nº 3 - “Ele nem sequer reparou que eu cortei o cabelo. Está mesmo desinteressado da nossa relação”

Oh… que cenário… Ela chega a casa de cabelo esvoaçante e vaporoso, a sentir-se uma deusa de Hollywood, ele olha para ela e não repara. Pormenor, ela cortou 2 cm ao cabelo… há paciência para isto? Pois, bem me parecia… Sim, as pessoas quando se interessam pela relação notam as mudanças… mas quando elas são significativas!

Queixa nº 4 - “Aposto que ela anda metida com o namorado da Rita… E aquele vestido? Ui, é mesmo… Horrivel! Como é que ela é capaz de usar aquilo com aquelas banhas? Mor? Mor? Mor? Estás-me a ouvir? Eu sabia! Porque é que tu nunca me dás atenção? Eu sabia que tu já não gostavas de mim, blá, blá, blá… És um insensível!”

E que tal falarem de coisas pertinentes? Que interessem aos dois? E não adianta negar… Surge sempre a cara de enjoada quando eles falam daquele brilhante golo, ou do último carro que saíu ou de quão fantástico é aquele novo modelo de computador portátil! E sinceramente, se eu tivesse uma amiga que me falasse assim, também não lhe prestava atenção. Claro que como todas as mulheres, gosto de uma cusquice de vez em quando… mas assim, tantas de uma vez?

Queixa nº 5 - 25 anos, 167 cm e 52 quilos “Estou uma baleia! Nunca me vou parecer com aquela modelo da Intimissimi! Sou mesmo gorda… Oh mor, não achas? Estou horrivel, não estou?” (Ataque de choro)

Ok, eu confesso que também tenho as paranóias do peso. Mas sou demasiada preguiçosa para ter a disciplina de fazer dieta todo o santo dia e ficar histérica só porque me oferecem um bocadinho de chocolate. Para quem não percebeu ainda, quando nos oferecem chocolate, não nos estão a ofender. Além do que eu peso muito, mas muito mais que 52 quilos. 50% das vezes as mulheres que se queixam do peso, estão bem. Têm um IMC saudável… Temos que ser todas iguais e confinar-nos ao padrão de beleza que nos é impingido - o da magreza excessiva? Já ouviram falar na Campanha por Beleza Real? Não? Pois deviam… E quando começarem com esse tipo de comentários e apreciações lembrem-se de algumas coisas:

1. Jennifer Lopez, Laetitia Casta, Sophia Loren… Consideradas das mulheres mais belas do mundo e nem por isso excessivamente magras…

2. A modelo da Intimissimi é realmente linda, até eu me gostava de parecer com ela, até porque ela é das minhas modelos preferidas, mas o vosso namorado está com vocês e não com ela, por alguma razão… e aqui não conta a falta de oportunidade!

3. E se realmente o excesso de peso é real, já pensaram porquê? (Eu já… Vida sedentária + Excesso de açucar = Booom! Por falar nisso tenho que ir atormentar alguém quanto ao meu peso e vai ser a minha mãe quando chegar a casa!)

Enfim… Mulheres, são tão complicadas…!  :p

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Tuesday, July 17, 2007

Contra… disparates escritos nas caixas de cereais!

Anda uma rapariga muito descansada a preparar o seu lanche… fazer uma pausa no labor e no estudo… aproveitar o tempo do lanche para escrever qualquer coisinha para os leitores, quando se depara com uma barbaridade escrita numa caixa de cereais, cuja marca não revelo por duas razões (1. acompanhou-me durante a infância e tenho-lhe um certo respeito; 2. vocês chegam lá sozinhos)…

Olho para a caixa e dentro de uma alegre caixa de texto amarela - para se ver bem - encontro a frase que me deixou com vontade de protestar de modo acérrimo (ia escrever sobre o aquecimento global, mas isto é muito, mas muito mais pertinente!)… Sim, a frase… “O pequeno-almoço significa o fim do jejum”… Pronto, isto lembrou-me aquela pérola proferida por uma certa socialite entre sorrisos (é melhor não classificar o sorriso… marca + tia de cascais= grande processo em tribunal) “Estar vivo é o contrário de estar morto”. Sim… porque qualquer criança de 4 anos consegue perceber que quando comem de manhã finalizam um certo numero de horas sem comer… A minha única explicação é que a dita de marca de cereais colocou lá a frase para as crianças com menos de 3 anos, conhecidas carainhosamente na cultura americana por infants, toddlers e twos… Sim, mas mesmo essa não faz muito sentido… normalmente as crianças nesse periodo não sabem ler… 

Quando leio este tipo de coisas, sinto a minha inteligência insultada… Sinto-me como se tivesse um QI inferior a 85 (ou seja muito baixinho)… Vivemos numa sociedade de informação, ai sim, que lindo! Quando é que vamos viver numa sociedade de informação pertinente?… Da próxima vez como torradas… aliás, acho que vou fazer isso agora e talvez encontre uma frase idiota no pacote do pão de forma… 

E por falar em alimentos que falam comigo (pronto, estamos ao nivel do psicopatologico, definitivamente) hoje dois iogurtes falaram comigo… ou melhor, as tampas deles falaram comigo… Um disse “beijinhos fresquinhos”, os quais aceitei de bom grado, porque com este calor, tudo o que é fresco é bem-vindo… O outro disse “Para o meu amor crescer”… Com este fiquei sensibilizada, por descobri que:

1. Tenho um iogurte que me ama

2. Preocupa-se com o meu crescimento

Enfim, depois de tal demonstração de afecto não os devia ter comido, pois não? :( De qualquer forma o segundo não teria grande sorte - não leu o post dos nomes fofos… :p)

Um apelo final… Senhores dos cereais… mudem aquela frase, a bem do meu humor… ou as vendas vão cair (sim, porque é humanamente impossivel não ler… )… 

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Monday, July 16, 2007

Contra… as nuvens que teimam em tapar o sol…

Sim… Não há direito… Está uma pessoa muito, muito bem na praia… e vêm essas malvadas tapar o sol… Uma pessoa ainda pede delicadamente “Sr. Nuvem… poderia retirar-se por favor e não estragar este momento perfeitamente zen?”… E elas nada! “Senhora Nuvem… eu estava aqui primeiro!”… “Sr. Nuvem… tirou um ticket? Não…?”… Nada, continua lá, impávida e serena! “Senhora nuvem… ponha-se a andar que ja estou farta!”… e elas nada… às vezes não adianta protestar…

(não, não estou a ficar insana em geral, psicótica ou esquizofrénica em particular… este foi um post para quem entendeu… :p) 

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Thursday, July 12, 2007

Contra… os escaldões

Neste post, o Visão Contrária irá assumir uma postura pedagógica, uma vez que também fazemos serviço cívico de vez em quando.

O verão chegou. Nota-se… anda tudo vermelho! Vermelho!  Hoje vinha eu muito descansada no autocarro, depois de um dia de intenso labor… até adormeci embalada pelo movimento do autocarro e de repente sinto alguém tocar-me no braço: “Ò menina! Acorde! Desculpe lá, mas está a chegar ao fim da linha e está para aí a dormir!”

Acordei, claro, atarantada, e limitei-me a responder: “Ah, obrigada!”… Estava eu ainda de olhos semi-cerrados, quando olho pela janela e me passa este pensamento pela cabeça: “Um pimento com pernas? Fugiu da frutaria do  Sr. Abílio????” (os momentos em que acordo são hilariantes, fico de tal modo confusa, que é um perigo enviar sms, escrever emails ou “falar” no msn…)… Não, não era um pimento! Era uma rapariga que tinha um tamanho escaldão!

Ó minha gente, com tantas campanhas de prevenção solar, tanto protector solar à venda no supermercado, tantos chapéus e t-shirts giras nos chineses (não, não, esqueçam esses atentados à economia nacional) e ainda há  gente que apanha escaldões? Essas questões são ensinadas desde a infância (os meus pimpolhos dos 3 anos  sabem que têm que por protector solar e por aí fora!) e há gente que ainda não aprendeu?

Pela vossa saúde… (e pelo meu sistema nervoso), deixem-se dessas coisas… Bronzeado sim, escaldão…? Não me parece!

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