Friday, June 29, 2007

Contra… “onde é que tu vaaais?”

Bem, antes de mais, informo os caros leitores que voltei ao registo habitual, como devem ter percebido pelo post anterior. Por vezes é preciso varial, flexibilizar, mesmo quando a visão é total e absolutamente do contra… (a culpa é de Sua Majestade, o Rei do Mundo das Princesas, Cavalos e Anões e das suas sábias palavras. Lamento, caros leitores, mas não me vou insurgir contra Sua Majestade, por motivos que vos são e vos irão continuar completamente alheios, vulgo “isso é apenas do meu interesse”. Um pequeno parentesis… voltemos ao post em si).

9h05 minutos de um dia qualquer, num qualquer local de estágio, numa localidade qualquer (penso que já se situaram).

“Bom dia!!!! Então, tudo bem? Ena, onde é que tu vais?”. Que bom, perguntas logo de manhã. Resposta: não vou a lado nenhum. 50 perguntas semelhantes depois, com pequenas variantes como “Onde é que é logo a festa?”, “Com quem é que tu vais sair?” ou “Quem é o sortudo?”, fui a correr  ao espelho mais próximo. Ok, deixa cá ver o que se passa, pensei com os botões (que não tinha). Maquiagem? Uso muitas vezes. A camisola? Ainda a semana passada a trouxe. Saia? Apareci poucas vezes nesses propositos, mas não é novidade. As sandálias? Não costumo andar de saltos altos por aí, mas também não seria a primeira vez (se bem que estou zangada com esses assasinos dos meus pés). Ok, definitivamente estou diferente. Acho que é o conjunto em si. Por lá costumo andar com um estilo mais casual, é certo.

O que me leva a ser do contra é esta ideia absoluta, este autêntico fenómeno cultural - e que aqui entre nós é bastante idiota  - de que as mulheres só alteram o seu visual por duas razões: 1. Estão interessadas em alguém  ou seja “há mouro na costa”, como diz a minha mãe; 2. Foram abandonadas pelo namorado, marido ou wanna-be namorado. É mentira. As mulheres mudam de visual por várias razões, e muitas vezes simplesmente porque lhes apetece (isso do apetecer é tema para um dos meus outros blogs, aqui é só ser do contra).

Porque hão-de achar as pessoas que as mulheres vivem em função dos homens - da sua manutenção ou conquista? Aqui entre nós, tenho que dar razão às revistas femininas quando dizem que as mulheres se vestem para as outras mulheres. É triste, mas é verdade. Acho que os homens não reparam propriamente se temos umas sandálias giras. Reparam sim, na forma como elas ficam nos nossos pés. Ou quanto muito na elegância com que nos deslocamos dentro delas. E o mesmo se aplica a saias, vestidos e por aí fora.

Será que dão licença que me vista de modo diferente por outro motivo que não homens ou saídas nocturnas? Obrigada. Grata pela compreensão.

No meu caso foram dois motivos, para que fique claro (há coisas que podem ser reveladas, outras não): 1. Reunião de pais com uma sala do pré-escolar, logo não convém muito ter ar de quem tem 16 anos e anda de patins em linha; 2. Apeteceu-me, acordei com vontade de olhar para mim e me ver diferente.

Vá lá que houve uma alma que chegou a essa conclusão comigo… 

 

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Contra… Saltos altos

Saltos altos fazem milagres pela silhueta feminina, dizem as revistas femininas. Saltos altos são simbolo de sensualidade e feminilidade. Saltos altos tornam as mulheres mais elegantes. Saltos altos fazem-nos sentir verdadeiras deusas, parecendo que estamos a desfilar numa passerelle… “I’m in the catwalk, oh, in  the catwalk”… Saltos altos combinam com qualquer tipo de roupa desde as calças de ganga à mais minúscula mini-saia (que não me favorece e eu não aprecio de todo)… 

Saltos altos são publicidade enganosa. E eu como boa cidadã… Sou contra publicidade enganosa…(ahhh, já estou mesmo a ver o anúncio… a vida a correr maravilhosamente a quem usa saltos altos… ser tão popular como a Cameron Diaz; conseguir um emprego novo; conhecer uns rapazes girissimos acabados de sair de uma catalogo de moda, parar de chover quando saimos da porta, porque os nossos saltos altos não se podem molhar… enfim uma vida um tanto ou quanto perfeita…ou não. Pouco real) 

Quem defende a vida perfeita em saltos altos, esquece-se de alguns pontos menos luminosos:

1. Os saltos altos são incómodos

2. São descriminatórios e embaraçosos… já que as desastradas como eu não são favorecidas

3. São perigosos… podemos torcer um pé… (oh, oh, quantas vezes! Dói!!!!!!!!)

4. Fazem bolhas

5. São prejudiciais à coluna.

6. Não são nada práticos para quem quer andar rápido. 

Por isso, sou contra a vida perfeita em saltos altos (às vezes tem que ser e tenho que ceder a esses instrumentos de tortura )… Fora com eles! Oh, quão nobres são os sapatos rasos, as havaianas, as sapatilhas, as sandálias confortáveis… Saltos altos? Poupem-me os pés!

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Wednesday, June 27, 2007

A favor…

Dedicado a Sua Majestade, pela inspiração e com um pedido sincero 

de desculpas por usar tão bela expressão de sua autoria

(um resumo das suas e das minhas reflexões)… 

 

“Ela está louca!”

“Também acho… quem é que num blog do contra se atreve a escrever a expressão ‘a favor’?”

“Raptaste a autora deste blog! Onde é que a escondeste?”

Calma… Sou eu mesma. Não fui raptada. Não estou louca. Digamos que estou a flexibilizar a expressão contra. Hoje manifesto-me a favor de não nos “tentarem escavar o ser”. A expressão está entre aspas porque não é minha. O quê? querem saber de quem é? No way! Isso é uma tentativa de escavar o ser.  Afinal o que é isso de escavar o ser?

A expressão  - fantástica, confesso - leva-me a considerações arqueológicas, relativas às escavações que em instância primeira e última têm como propósito escavar, de modo a revelar algo oculto. Por vezes, no dia a dia encontramos  autênticos arqueólogos. Que querem desenterrar todos os factos da nossa vida. Que querem compreender cada atitude, gesto, expressão emocional. Cada olhar. Sem pudor. É  caso para dizer, haja pudor!!! 

Não gosto que tentem ver aquilo que quero esconder. Ou melhor, guardar. A raça humana não compreende a ausência de auto-revelação. Não contar pode ser interpretado como “traição”, “engano”, “falta de confiança”. Não contar deveria ser entendido um sinal de preservação da intimidade. Não temos de contar tudo. Não devemos contar tudo. Há coisas só nossas. Há coisas inconfessáveis, mesmo que sejam bagatelas sem qualquer significado. Há o eu. Há o tu. E são coisas distintas. 

Por isso… deixem-se de perguntas incomódas, como “Em que estás a pensar?”. Respeitemos a individualidade de cada um, os segredos de cada um… E quando se depararem com o silêncio perante uma questão desse género, não façam esse ar sofredor ou de incompreendidos.

Movimento a favor de “não nos escavarem o ser”… Alguém adere? 

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Friday, June 22, 2007

Contra… Tamanha falta de originalidade…

O hi5 é cada vez um ponto de interacção. Pode-se inclusaivamente escolher o tipo de interacção que preferencialmente desejamos: “Make friends”; “Just look around” “Date Man” “Date women”. Pessoalmente fico-me pela “Just Look Around” e “Make friends”. Por vezes, aparecem pessoas interessantes e que nos despertam a curisosidade, embora muito muito raramente (uma, até à data… ). Até aqui, tudo muito bem. Como ponto de interacção, acaba por haver sempre tentativas de conquista, que é para não lhe chamar  engate (estou muito branda hoje, deve ser por estar a comer chocapic com leite enquanto escrevo isto). O que me chateia realmente é receber mensagens e comentários assim, digamos, básicos, de gente que eu nunca vi na vida. Passo a exemplificar (os comentários e mensagens abaixo transcritos são reais. Apesar de me terem chateado bastante, especialmente porque foram recebidos todos seguidos uns aos outros, a ética da blogosfera (tal coisa existe?) exige que eu não divulgue nomes, o mesmo acontecendo com a minha ética pessoal. São exemplos, meramente ilustrativos. A identidade encontra-se protegida, porque obviamente tais coisas não foram publicadas) :

Fan do zezé camarinha, 16 anos, residente algures por aí, bilingue:

“who are you girl? I saw some of your photos. and i have to say. u are a really beautiful woman. é pena que sejas do porto. i’m just plaiyng with you. congratulations tu és uma rapariga mesmo muito bonita.”

Tipo com idade para ter juízo, completamente convencido que é bom como o milho, deixa os seguintes comentários:

“nina linda bjks” 

“Meuuuu Deuuus!” 

“que boquinha sexy”

“maluca”

Sinceramente? Não me sinto minimamente elogiada com este tipo de comentários. São comentários básicos, sem originalidade alguma, sem conteúdo e sem forma. E sinceramente, um bocado invasivos. E eu não sou assim tão gira. Porque se fosse ou se tivesse menos 5 kg e publicasse umas fotos em bikini, era a loucura total. Não aprecio esse tipo de abordagem, acho que se nos queremos comentar fotografias e aproximar-nos de alguem, podemos fazer as coisas de outra forma. Especialmente com uma melhor construção gramatical, e com um bocadinho de conteúdo. 

Tudo isto me faz lembrar um texto do Miguel Sousa Tavares que li devia ter uns 14 anos e do qual nunca me esqueci. Falava sobre a linguagem e sobre uma expressão que estava muito em voga na altura “bute?”. Ele defendia que a forma como as pessoas falavam actualmente umas com as outras para se conquistarem era completamente disparatada. E exemplificava, falando sobre  a necessidade de descodificar pela entoação qual o tipo de “bute” usado, se seria zangado, apaixonado, interessado e por aí fora e terminava com um brilhante “Ò Teresinha, o que é que tu achas que ele quis dizer com aquele bute?”…  E dizia que tinha saudades do tempo em que os piropos eram piropos  - “quero levar-te para um sítio onde sejas só minha e onde te possa devorar em gelado de framboesa” (acho que a frase era assim, se bem que se me dissessem uma coisa destas via hi5… bem…).

Onde é que andam os Camões e D. Dinis deste país? Juventude, se são tão viciados nos Morangos com Açucar, ao menos usem-no para vosso enriquecimento pessoal e decorem os piropos. São na mesma básicos. Mas pelo menos já têm sujeito e predicado.

Tudo isto me leva para outra questão. Será que há alguma mulher que aprecie este tipo de comentários? Será que a auto-estima feminina deste país anda tão em baixo que alguém ficaria feliz em receber comentários destes? Ou será que este é um novo movimento social e cultural nas conquistas (definitivamente engates!  - acabou a taça dos chocapic)?  Ou será que eu mereço ler destas coisas, porque pus umas fotos simples  e sem grandes poses numa página da internet?

Eu pessoalmente não gosto destes comentários e vi-me obrigada a publicar um aviso no meu album de recortes, para que ninguém fique com dúvidas quanto a isto, que passo a citar:

 “Pseudo-galãs, clones do zezé camarinha e afins, pensem duas vezes antes de deixar comentários pirosos, com menos de 5 palavras e que digam algo do género: “Meeeuuuuu Deeuuuus” e “nina linda” “Ui, tão sexy…” ou “Msm boa” . A dona deste hi5 reserva o direito de não os publicar e de vos mandar secretamentre (não tão secretamente assim) P-A-S-S-E-A-R!  Grata pela compreensão.

P.S. Os amigos podem comentar à vontade. Os vossos comentários são sempre bem vindos… e aceites.”

 Foi apenas um desabafo. Já recebi comentários que apreciei e por isso estão lá publicados… :)

Será que isto tem mesmo que ser assim, ou mais uma vez é o meu lado anti-social a vir ao de cima? 

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Contra… a falta de sono!

Sou contra a falta de sono. Como sou contra muitas outras coisas, ou melhor do contra…Depois dá-me para escrever coisas não fundamentadas. Assim parece que ser do contra é uma simples birra. A inspiração deve ter ido com o sono, para a borga… Espero que ele a troque pela primeira almofada com que se cruzar… (Agora sim, é uma birra).

Não ter sono, é horrivel. São 2h12 e sinto-me um morcego. Isto é, estou acordada enquanto 90% das pessoas dormem. Deveria haver uma lei que proíbisse a falta de sono. Ou então que obrigasse a que a mente e o corpo tivessem de efectivamente descansar em simultâneo.

Contra… contra… contra… 

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Thursday, June 14, 2007

Contra… “Não sei”

Há pessoas que têm o condão de me tirar do sério. Não gosto, ou melhor, não aprecio, pessoas indecisas em geral, as que não sabem o que querem em particular.

“Vamos tomar um café?  Não sei!”

“Gostas de gelado de framboesa com molho de chocolate? Não sei!”

“E então, como correu o dia? Não sei…”

“Gostas deste sítio? Não sei…”

“Como te chamas? Não sei…”

Será que estas pessoas não sabem mesmo, ou acham que a indecisão dá um certo estilo? Ouvir o “não sei” repetido até ao expoente da loucura, aplicado a todas as situações, verbalizados com várias entoações… é uma tortura…  e dá vontade de ter uma reacção pouco assertiva, tipo atirar a pessoa que diz não sei abaixo da janela do 5º andar mais próximo. 

Os nossos “não sei” podem magoar os outros, especialmente quando estes “sim, sabem”…

Alguém assina uma petição para que a assembleia da republica aprove, mediante a vontade suprema dos cidadãos… um decreto lei que proiba o não sei? Ou vão ser todos do contra? 

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Tuesday, June 5, 2007

Contra… não poder escrever acentos no Hi5

Ora bem… Parece uma puerilidade… mas de facto é algo incomodo… quando os nossos amigos deixam um comentário e tudo o que se lê é : %%%quote?##????…

Além do que é um atentado à lingua portuguesa. Uma pessoa bem que se esforça por não cair no “gst mt de tih, doru-th mt k ehs o meo muranguinhu, bubé…pincezu…” (Foi só pla exemplificar, porque sou contra estas barbaridades… admirem-se!), mas sem acentos e ç e por aí fora das duas uma: ou é um esforço mental tremendo, para encontrar sinónimos ou caímos nesta escrita fonética de uma pseudo língua portuguesa…

Um grupo muito útil, interventivo e eficaz : Pessoas que protestam contra a impossibilidade de escrever acentos no Hi5 (eu faço psarte, que vergonha!)…

:) :) :) 

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Friday, June 1, 2007

Contra… Engenheiros Convencidos

Habitualmente, não sou contra nenhuma classe profissional em particular. Dizia eu “Habitualmente não sou”. Porque há uma classe profissional à qual tenho um “sentimento do contra” visceral, incontrolável… Pois… São os engenheiros…

Antes de começar a minha reflexão sobre esses mui nobres cavalheiros, gostaria de ressalvar que tenho alguns amigos engenheiros e outros que são estudantes de engenharia, que são uns queridos, uns porreiros. Com isto, quero dizer que não quero particularizar. Cada caso é um caso, apesar de ser do contra, não costumo fazer generalizações abusivas. Porque isso era entrar na lógica dos sofismos: “todos os engenheiros são parvos, logo todos os parvos são engenheiros”. Por isso, gostaria de ressalvar que nem todos os engenheiros são parvos e há parvos em várias classes profissionais.  Digamos que este post se refere ao engenheiro médio… ou melhor ao engenheiro em formação médio.

 

O estudante de engenharia, quando passa na rua,sozinho, parece um ser humano normal. Vai com os seus cadernos e a sua esferografica bic, com ar de quem não dormiu na noite anterior a pensar porque raio a faculdade de letras não é ali ao lado… para de vez em quando poder olhar para umas miudas giras…

Põe um ar mais feliz quando encontra o seu grupo de amigos, e juntos antes da aula com o professor que nem sequer olha para eles enquanto fala, fantasiam sobre almoços e excursões às faculdades de letras, psicologia, escolas superiores de educação, cursos de serviço social, onde se encontram maioritariamente alunAs. Até aqui tudo muito bem.

O pesadelo, contra o qual eu me manifesto e sou peremptoriamente contra, ocorre em maio, onde num mesmo espaço se juntam os engenheiros em formação (podia chamar-lhes projecto de engenheiros, mas hoje estou assertiva) e as estudantes das mais diversas áreas. Esse espaço aprazível, silencioso e salutar chama-se queimódromo. E aí é que são elas. Perante tantas miúdas para olhar, os jovens engenheiros em formação dedicam-se (infelizmente para nós mulheres) às artes da conquista…

Isto é uma situação abjecta, por diversos motivos: eles não têm jeito nenhum para meter conversa, (uma tremenda falta de competência social), já estão para lá de Bagdade de tão bêbados e acham-se irresistíveis, matadores aos quais as pobres presas não podem resisitir, porque é humanamente impossivel. Obviamente que isto é uma visão unilateral apenas partilhada por membros da espécie. E lá vão eles à caça… E aí é que começa a ser muito aborrecido para nós, mulheres, porque para além de usarem técnicas primárias de conquista, são tremendamente invasivos e não têm consciência dos limites. As palavras inibitórias que deveriam ter aprendido aos 3 anos de idade são completamente ignoradas nestas alturas e parecem não compreender o significado de algumas palavras e expressões: “não”, “pára”, “vai embora”, “não estou interessada”…

É horrivel. Por isso, sou contra estas situações de engates criadas pelos engenheiros em formação… Deixo aqui alguns sinais de alarme para as fiéis leitoras, porque na próxima queima pode dar jeito, assim como a sugestão do comportamento mais adequado: fuga.

1. Um tipo aproxima-se de vocês, vocês não o conhecem de lado nenhum e ele tenta agarrar-vos a todo o custo para vos cumprimentar e ter algum contacto fisico com o sexo oposto, ainda que incipiente, apesar de vocês o tentarem por a andar… É engenheiro! Fujam! (Ou então chamem aquele amigo que é um querido e digam que é vosso namorado!)

 

2. Vão a passar e ouvem piropos dignos de um trolha… Fujam… Engenheiros à vista!

 

3. “Olá Ana! Espera… Não és a Ana, pois não? Beatriz? Carlota? Diana? Estefânia? Filipa? Gisela? Helena? Isabel? Joana? Katrine?  Luísa? Mariana? Nice? Odete? Paula? Quiqui? Rita? Sofia? Tatiana? Úrsula? Vânia? Xana? Yasmin? Zeferina?”… fujam antes de chegar à letra B… Engenheiro na certa.

 

4. Vão a passar e alguém vos diz: “Quero dar-te um beijo na boca!”. Não é preciso dizer de quem estou a falar pois não?

 

Sou contra porque simplesmente não gosto destas abordagens. Acho também que as mulheres devem ser respeitadas, especialmente quando se dão ao respeito e mostram claramente que não estão interessadas…

Definitivamente contra engenheiros convencidos! 

Posted by De ideias contrárias at 22:25:45 | Permalink | No Comments »