Quarta-feira | Julho 25, 2007
Sexta-feira | Julho 20, 2007
Contra... as "queixas femininas"
Aviso: Este post pode tornar-se especialmente agressivo e/ou assustador, uma vez que a autora deste blog se encontra sob um estado de stress agudo, já que hoje realizou um exame e teve uma reunião de seminário 3 minutos depois de ter saído do exame. Já trouxe a taça dos chocapic aqui para o pé de mim a ver se o humor melhora... Não prometo nada. De qualquer maneira... se for uma pessoa sensível... clique no X no canto superior direito do ecran e volte no próximo post. Obrigada.
Hoje vou escrever sobre queixas femininas. Já aqui escrevi sobre coisas que me irritam profundamente nos homens. Hoje chegou a vez das mulheres. Desde já ressalvo que, uma vez que não sou perfeita, me revejo em algumas situações.... Porquê escrever sobre as manias, ai desculpem, queixas femininas? Porque acima de tudo sou a favor da igualdade de oportunidades entre géneros, logo, hoje resolvi dar oportunidade à classe feminina de ser criticada por mim, e de me criticar a mim própria, obviamente, uma vez que faço muito gosto em ser mulher, obrigado. Portanto, passemos a apresentar a estrutura deste post, que a introdução já vai longa... Ora, primeiro apresentar-se-há a queixa e posteriormente a razão pela qual sou contra esse tipo de atitude... (Ui, eu bem me parecia que devia ter ido para Direito... ou não!)
Queixa nº 1 - "O quê? A Joana ligou a contar-te que ia sair com o António e não me ligou a mim? Bem me parecia que ela estava chateada comigo porque eu comprei a última sombra dourada da loja, que aliás é um must este verão! E a nova máscara para pestanas, já viste?"
Respira fundo. Ora, será que a Joana entre o rodopio de ligar para todas as amigas a contar a novidade, não terá por acaso saltado um número do telemóvel? Ou ficado sem saldo? Ou sem bateria? Ou não teria outra coisa mais interessante e produtiva para fazer? Não nos ligarem a dar as novidades não quer dizer, de todo, que as amigas estarão chateadas connosco... Hello? Anybody home? Acham que amiga, amiga mesma se zangava por causa de uma sombra de olhos?????????????????????? E que facilidade é esta de mudar de tema? A dor excrucitante de um coração ferido pela indiferença da amiga, salta logo para a nova máscara de pestanas??????????????
Queixa nº 2 - "Como é que ela teve coragem de trazer um vestido igual ao meu logo hoje?"
Ora, assim de repente, compramos o vestido numa daquelas lojas conhecidissimas a onde toda a gente vai, mesmo que nem sequer goste do estilo de roupa que lá se vende.... Por acaso era o único modelo giro da loja... A probabilidade de alguém ter um vestido igual ao nosso é de aproximadamente 90%. E depois, qual é o mal? Não escolhemos as nossas amigas com base nas semelhanças que têm connosco, nas afinidades? Então, qual é o mal? Ou ainda acham que é por causa da roupa que se repara em aguém?
Queixa nº 3 - "Ele nem sequer reparou que eu cortei o cabelo. Está mesmo desinteressado da nossa relação"
Oh... que cenário... Ela chega a casa de cabelo esvoaçante e vaporoso, a sentir-se uma deusa de Hollywood, ele olha para ela e não repara. Pormenor, ela cortou 2 cm ao cabelo... há paciência para isto? Pois, bem me parecia... Sim, as pessoas quando se interessam pela relação notam as mudanças... mas quando elas são significativas!
Queixa nº 4 - "Aposto que ela anda metida com o namorado da Rita... E aquele vestido? Ui, é mesmo... Horrivel! Como é que ela é capaz de usar aquilo com aquelas banhas? Mor? Mor? Mor? Estás-me a ouvir? Eu sabia! Porque é que tu nunca me dás atenção? Eu sabia que tu já não gostavas de mim, blá, blá, blá... És um insensível!"
E que tal falarem de coisas pertinentes? Que interessem aos dois? E não adianta negar... Surge sempre a cara de enjoada quando eles falam daquele brilhante golo, ou do último carro que saíu ou de quão fantástico é aquele novo modelo de computador portátil! E sinceramente, se eu tivesse uma amiga que me falasse assim, também não lhe prestava atenção. Claro que como todas as mulheres, gosto de uma cusquice de vez em quando... mas assim, tantas de uma vez?
Queixa nº 5 - 25 anos, 167 cm e 52 quilos "Estou uma baleia! Nunca me vou parecer com aquela modelo da Intimissimi! Sou mesmo gorda... Oh mor, não achas? Estou horrivel, não estou?" (Ataque de choro)
Ok, eu confesso que também tenho as paranóias do peso. Mas sou demasiada preguiçosa para ter a disciplina de fazer dieta todo o santo dia e ficar histérica só porque me oferecem um bocadinho de chocolate. Para quem não percebeu ainda, quando nos oferecem chocolate, não nos estão a ofender. Além do que eu peso muito, mas muito mais que 52 quilos. 50% das vezes as mulheres que se queixam do peso, estão bem. Têm um IMC saudável... Temos que ser todas iguais e confinar-nos ao padrão de beleza que nos é impingido - o da magreza excessiva? Já ouviram falar na Campanha por Beleza Real? Não? Pois deviam... E quando começarem com esse tipo de comentários e apreciações lembrem-se de algumas coisas:
1. Jennifer Lopez, Laetitia Casta, Sophia Loren... Consideradas das mulheres mais belas do mundo e nem por isso excessivamente magras...
2. A modelo da Intimissimi é realmente linda, até eu me gostava de parecer com ela, até porque ela é das minhas modelos preferidas, mas o vosso namorado está com vocês e não com ela, por alguma razão... e aqui não conta a falta de oportunidade!
3. E se realmente o excesso de peso é real, já pensaram porquê? (Eu já... Vida sedentária + Excesso de açucar = Booom! Por falar nisso tenho que ir atormentar alguém quanto ao meu peso e vai ser a minha mãe quando chegar a casa!)
Enfim... Mulheres, são tão complicadas...! :p
Terça-feira | Julho 17, 2007
Contra... disparates escritos nas caixas de cereais!
Anda uma rapariga muito descansada a preparar o seu lanche... fazer uma pausa no labor e no estudo... aproveitar o tempo do lanche para escrever qualquer coisinha para os leitores, quando se depara com uma barbaridade escrita numa caixa de cereais, cuja marca não revelo por duas razões (1. acompanhou-me durante a infância e tenho-lhe um certo respeito; 2. vocês chegam lá sozinhos)...
Olho para a caixa e dentro de uma alegre caixa de texto amarela - para se ver bem - encontro a frase que me deixou com vontade de protestar de modo acérrimo (ia escrever sobre o aquecimento global, mas isto é muito, mas muito mais pertinente!)... Sim, a frase... "O pequeno-almoço significa o fim do jejum"... Pronto, isto lembrou-me aquela pérola proferida por uma certa socialite entre sorrisos (é melhor não classificar o sorriso... marca + tia de cascais= grande processo em tribunal) "Estar vivo é o contrário de estar morto". Sim... porque qualquer criança de 4 anos consegue perceber que quando comem de manhã finalizam um certo numero de horas sem comer... A minha única explicação é que a dita de marca de cereais colocou lá a frase para as crianças com menos de 3 anos, conhecidas carainhosamente na cultura americana por infants, toddlers e twos... Sim, mas mesmo essa não faz muito sentido... normalmente as crianças nesse periodo não sabem ler...
Quando leio este tipo de coisas, sinto a minha inteligência insultada... Sinto-me como se tivesse um QI inferior a 85 (ou seja muito baixinho)... Vivemos numa sociedade de informação, ai sim, que lindo! Quando é que vamos viver numa sociedade de informação pertinente?... Da próxima vez como torradas... aliás, acho que vou fazer isso agora e talvez encontre uma frase idiota no pacote do pão de forma...
E por falar em alimentos que falam comigo (pronto, estamos ao nivel do psicopatologico, definitivamente) hoje dois iogurtes falaram comigo... ou melhor, as tampas deles falaram comigo... Um disse "beijinhos fresquinhos", os quais aceitei de bom grado, porque com este calor, tudo o que é fresco é bem-vindo... O outro disse "Para o meu amor crescer"... Com este fiquei sensibilizada, por descobri que:
1. Tenho um iogurte que me ama
2. Preocupa-se com o meu crescimento
Enfim, depois de tal demonstração de afecto não os devia ter comido, pois não? :( De qualquer forma o segundo não teria grande sorte - não leu o post dos nomes fofos... :p)
Um apelo final... Senhores dos cereais... mudem aquela frase, a bem do meu humor... ou as vendas vão cair (sim, porque é humanamente impossivel não ler... )...
Segunda-feira | Julho 16, 2007
Contra... as nuvens que teimam em tapar o sol...
Sim... Não há direito... Está uma pessoa muito, muito bem na praia... e vêm essas malvadas tapar o sol... Uma pessoa ainda pede delicadamente "Sr. Nuvem... poderia retirar-se por favor e não estragar este momento perfeitamente zen?"... E elas nada! "Senhora Nuvem... eu estava aqui primeiro!"... "Sr. Nuvem... tirou um ticket? Não...?"... Nada, continua lá, impávida e serena! "Senhora nuvem... ponha-se a andar que ja estou farta!"... e elas nada... às vezes não adianta protestar...
(não, não estou a ficar insana em geral, psicótica ou esquizofrénica em particular... este foi um post para quem entendeu... :p)
Quinta-feira | Julho 12, 2007
Contra... os escaldões
Neste post, o Visão Contrária irá assumir uma postura pedagógica, uma vez que também fazemos serviço cívico de vez em quando.
O verão chegou. Nota-se... anda tudo vermelho! Vermelho! Hoje vinha eu muito descansada no autocarro, depois de um dia de intenso labor... até adormeci embalada pelo movimento do autocarro e de repente sinto alguém tocar-me no braço: "Ò menina! Acorde! Desculpe lá, mas está a chegar ao fim da linha e está para aí a dormir!"
Acordei, claro, atarantada, e limitei-me a responder: "Ah, obrigada!"... Estava eu ainda de olhos semi-cerrados, quando olho pela janela e me passa este pensamento pela cabeça: "Um pimento com pernas? Fugiu da frutaria do Sr. Abílio????" (os momentos em que acordo são hilariantes, fico de tal modo confusa, que é um perigo enviar sms, escrever emails ou "falar" no msn...)... Não, não era um pimento! Era uma rapariga que tinha um tamanho escaldão!
Ó minha gente, com tantas campanhas de prevenção solar, tanto protector solar à venda no supermercado, tantos chapéus e t-shirts giras nos chineses (não, não, esqueçam esses atentados à economia nacional) e ainda há gente que apanha escaldões? Essas questões são ensinadas desde a infância (os meus pimpolhos dos 3 anos sabem que têm que por protector solar e por aí fora!) e há gente que ainda não aprendeu?
Pela vossa saúde... (e pelo meu sistema nervoso), deixem-se dessas coisas... Bronzeado sim, escaldão...? Não me parece!
Terça-feira | Julho 10, 2007
Contra... o facto de me andar a esquecer muitas vezes dos acentos nas palavras
Diálogo interno entre mim e a Renata obcecada pela perfeição na língua portuguesa:
"Outra vez? A menina está cada vez pior! Já viu que ultimamente anda a esquecer-se dos acentos nas palavras?" (este meu lado obviamente tem genes de professora queque nascida em Cascais, uma autêntica "tia")
"Oh, que carago! Lá vens tu com essas coisas! Onde é que me esqueci? Ora mostra lá..." (este lado, tem definitivamente genes de mulher do norte - aliás, orgulhosamente tripeira - não me parece que isto vá correr muito bem entre elas)
"Aqui, rica! Aqui, ora veja?"
"E depois?"
"E depois? E depois? A menina não tem vergonha? É quase dótora (intencional, a autora sabe que não é assim que se escreve) e ainda se esquece dos acentos?"
"E depois? Olha, já te disse que és uma grande melga?"
"E eu já te disse que és uma ignorante, que se esquece de pôr acentos nas palavras? Dahh!"
"Olha, ela está a usar uma expressão dread! Não seria mais do género "Ignóbil, caríssima!"?" (O lado do norte ganha sempre)
E depois de mais um momento de loucura insana, passo a explicar tão estranho diálogo interno entre as minhas duas metades do cérebro.
Hoje ao reler o post que aqui publiquei ontem, dei conta que me esqueci de colocar acentos em 90% das palavras. E dei conta de um erro crasso: ando a pôr acentos em advérbios. Pormenores, dirão vocês. Mas para mim fazem toda a diferença. Sou perfeccionista. Que azar. E sinceramente, quando vou a um blog, uma das coisas que mais me chama a atenção são os erros ortográficos e afins. Não chego ao cúmulo de reparar nas vírgulas fora do sítio, mas reparo. E quando releio o meu blog, num momento de narcisismo puro e exacerbado, chego à conclusão que ando a cometer pequenos crimes contra a língua de Camões. Sou contra. Aprendemos a escrever aos 6 anos. Já era suposto não me esquecer dos acentos aos 22.
Culpas? Bem, será provavelmente do Microsoft Word, que coloca acentos automaticamente nas palavras. Ou do MSN onde todas as barbaridades contra a língua portuguesa são permitidas.
Se eu tentasse processar a Microsoft pelo impacto psicológico que os perniciosos hábitos que me incutiu causam, talvez tivesse sucesso. Ou não... (isto agora sou-me a delírio, a um nível psicopatológico grave)...
Estou contra... mim????????????? (Aqui está a prova que sou uma rapariga com ética)
Contra... oh, não me apetece protestar
Não me apetece protestar. Acho que estou doente. Com licença que vou ali medir a temperatura e tomar um benuron... e talvez ler um bocadinho do Principezinho, um sonho de criança, que não fala alto, não grita, não faz asneiras, limpa o seu planeta, é responsável, gosta da sua rosa como se não houvesse outra igual no mundo. Um dia que tenha um filho, espero que saia como ele. Apenas que não me peça para desenhar ovelhas, não tenho muito jeito para desenhar.
Ah, sim, o benuron e o termometro... Já la vou. Estou definitivamente sem vontade de protestar, excepto talvez contra os dias excepcionalmente maus, que deveriam ser punidos por lei...No minimo comprisão perpétua, mas como isso não é viavel em portugal, teria que arranjar maneira de levar os dias excepcionamente maus a ser julgados nos EUA. Sim, mas se calhar não, ainda acabavam na cadeira electrica e os dias maus terão a sua utilidade. Ainda não percebi qual, mas isto deve ser o corpo a pedir o benuron.
Sim, definitivamente o benuron.
Sexta-feira | Julho 06, 2007
Contra... o tempo de espera no cabeleireiro
Ora, caros leitores... vamos pensar em conjunto! O que poderiamos fazer no espaço de 3 horas? Sugestões, sugestões...
Sim, podia ser... Em 3 horas, poderiamos ir ao cinema, dar um belo passeio pela praia com o namorado/a (para quem tem essas coisas e anda na fase 'pinceza' ou 'pincezu') e trocar uns quantos nomes fofos, arrumar a casa, estudar para um exame, não fazer nada, ir às compras com as amigas, acabar de ler um bom livro, organizar as camisolas por cores e por estações... Enfim tanta coisa interessante para fazer nesse espaço de tempo...
Mas por vezes, a vaidade fala mais alto e lá vamos nós, senhoras, meninas e afins ao reino mágico do cabeleireiro... Um mundo interessantissimo feito de revistas com mais de dois meses, discussões sobre o divórcio da ana do café coitadinha trocada pela Palmira da mercearia e ai como é que agora vai ser, que estão ali mesmo ao lado uma da outra. Um mundo onde se discutem coisas tão utéis como a cor do verniz ou o melhor penteado.
Ah... o problema é que desespero de esperar tantas horas... ao fim de 15 minutos a conversa sobre a novela (ultimamente não tenho visto muitas não...) perde o interesse, porque já sei que a Estrelinha vai ficar com o Leonardo ou que qualquer outro par romântico de qualquer outra novela vai ficar junto no fim... o verniz já está mais do que escolhido... e pronto, começo a ficar com os chamados bichos carpinteiros...
Além disso, o cabeleireiro tem um efeito nocivo na nossa capacidade de reacção, porque nos entorpece a mente e os sentidos - é do tempo de espera - e depois claro, acontece-vos como me aconteceu da ultima vez... "Posso abusar um bocadinho no comprimento?"... "Se for só um bocadinho!"... e depois de muitas tesouradas, escovas e secadores... tocam na parte de trás do cabelo e fazem a pergunta retorica: o que aconteceu ao meu cabelo?
Por isso, penso que deveriamos apelar para que os cabeleireiros fossem mais rápidos e desenvoltos no corta, estica e encaracola... para que realmente não passemos muito tempo à espera, sem fazer nada... Isto tem impacto psicológico, meus amigos! Impacto? Sim... ou acham que depois de ler 3 edições da Maria ou da Telenovelas a nossa mente fica tal qual como estava antes?
(Pronto, eu confesso... adoro o aspecto do meu cabelo quando saio de lá... nem tudo são espinhos... loool)
Em adição ao post "Contra nomes cutchi, cutchi"
Relativamente a esse post, primeiramente gostaria de apresentar as minhas desculpas a todos os que usam os pseudo "nomes cutchi, cutchi" mencionados na minha lista. Se calhar fui demasiado "agressiva" no que escrevi. As minhas desculpas, então, ressalvado todavia, que de facto esses nomes me irritam profundamente. Vá, não se preocupem, normalmente, não insulto ninguém quando ouço essas coisas. Nem atiro com a mala a ninguém. Nem piso o pézinho de ninguém com os meus saltos altos (pouca probabilidade, raramente uso).
Normalmente, as opiniões que deixo aqui no Visão Contrária, são exageradas ao máximo, para que todos possamos pensar em conjunto e perceber o caricato de algumas situações. No fundo fazer caricaturas, criticar de modo sustentado!Não tenho culpa destes meus genes de Eça de Queirós, no que diz respeito a crítica social. Na vida real consigo ser flexivel e até concordar com alguém!
Finalmente, e para que não me considerem um ser humano sem coração, volto a ressalvar que até aprecio nomes carinhosos. Quando são bem pensados, não caem na banalidade e são minimamente escolhidos e não usados porque toda a gente os usa (como os que foram por mim citados. Façam uma pesquisa com casais de namorados e percebam que em 90% dos casos todos aqueles nomes são usados. Adicionem à pesquisa a pergunta "Porque escolheu esse nome para a sua cara metade?" e vejam as respostas. Normalmente usam-se porque se usam e não têm nada a ver com as caracteristicas da pessoa.)
Os nomes fofos "fazem parte" e a culpa é do amor quando "desperta ou qualquer outro sentimento semelhante, um clone criado em laboratório secreto" (comentário de Vossa Majestade o Rei, ao qual faço uma vénia profunda - não uma simples meia vénia - pelas suas sábias palavras). Sim, senhor, fazem parte e no meu caso pessoal, até gosto se quando são escolhidos, estiverem relacionados com aquilo que eu sou (definitivamente não sou uma babe nem uma bubé!) ou com as coisas que foram acontecendo à medida que a relação foi sendo construída. Faz parte, mas tem que ser muito bem doseado. Faz parte, mas tem que ser bem pensado.
As minhas especiais desculpas aos pincezus! (Eu até gosto bastante do Principezinho, sabiam?)... Vossa Majestade propôs como terapia que eu fosse oferecer rosas aos casais enamorados. Se virem uma miúda com cabelo castanho claro, 1,65m, calças de ganga ou corsários (ah, a minha fase pirata) e sapatos rasos a aproximar-se de vocês com um ramo de rosas, vá não fujam. Deiam uma ajuda ao meu crescimento enquanto pessoa... Prometo que não agrido ninguém, porque debaixo desta capa anti-social, sou uma sentimental (mais uma vez Vossa Majestade tinha razão) :p.
Quinta-feira | Julho 05, 2007
Birra... contra as filas
Pronto. É só para registar que estou de birra com as filas. Elas perseguem-me. Está uma rapariga muito descansada em qualquer lado e tem que se deparar com elas. E pior. Ficar nelas! Que injustas são as parvas das filas! Isto é tudo um embuste, fazem-nos ficar nas filas só para verem a nossa cara de desespero e nos fazerem perder o nosso rico tempinho... Ah e tal, porque é.
Caros leitores,
A autora pede desculpa pelo presente post, mas nessitava de experienciar o que é fazer uma birra. Estava à espera que realmente me soubesse melhor. O efeito em mim provocado por esta experiência foi o sentir-me uma criança de 2 anos a recusar sopa de nabo (se bem que coitadinhas, eu as compreenda). Desde já manifesto o meu sentimento do contra esse acto psicologico-social que é a birra. Amanhã volto com o registo habitual.
Grata pela compreensão e com os melhores cumprimentos,
Renata Sofia Martins, a autora que acabou de fazer uma birra e não gostou!

